quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O italiano (será mesmo italiano?)

Iniciei as buscas por Francisco Soares da Silva, na certidão de nascimento do meu pai estava escrito "Francisco Suares da Silva", a família citava que ele se chamava "Francesco". Contam que ele veio fugido da Itália (onde estava perdido fugindo em seu cavalo, sem rumo) pegando um barco qualquer e vindo para o Brasil.

Em meus primeiros passos de busca, descobri através da minha família (cruzando os relatos) que Francisco, Francesco que o "Chico" morava em Curimataú, ao falar com um amigo dessa região, ele me informou que na verdade Curimataú é de um conjunto de cidades, o que complicou (ou não) a busca. Dito isso, eu liguei novamente para todos os parentes e para o meu espanto, todos eles possuíam muitas outras informações que só foram reveladas em suas mentes após refrescarem a memória.
Nesse momento aprendi que precisamos ligar uma vez, pra ativar a memória da pessoa a respeito do assunto. Então, conversa um pouco e aguarda alguns dias (mesmo que poucos) para que a memória da pessoa não se sinta pressionada.

Agora meus parentes me informaram que a cidade onde minha avó viveu se chamava Picuí, que meu bisavô viveu em Baraúna, PB e que ele até mesmo construiu (na época) uma capela bem na entrada da cidade.

Sabendo que o Francisco viveu em Baraúna e que construiu uma capela em algum lugar próximo dessa região, eu fui novamente perguntar para meu amigo e moradores do local (via internet), e para o meu espanto, a capela não só existe até hoje, como foi reformada e é a padroeira da cidade de Baraúna (município de Picuí, PB).



Primeira estrutura da Capela

Capela Reformada em 1950



Capela Atual 

Fotos: Baraúna Linda (Facebook)


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